Carlos Henrique Abbud e Flávia Gonçalves lançam seu novo romance na Bienal Rio 2017


Depois de "Alice Black", os autores Carlos Henrique Abbud e Flávia Gonçalves lançam, pela Editora PenDragon, durante a Bienal Rio 2017, seu segundo romance em parceria: "A Vida é uma Tarde de Chuva".

Sinopse

Saiba que há um monstro escondido em Desídia. E ele se alimenta de vida interior.
Glenn está sozinha no mundo. Vive na estrada, entre pontos de partida e destinos igualmente irrelevantes. Imersa em seu nada, pega carona com um estranho escultor. Os dois sofrem um acidente, causado por um homem prestes a tirar a própria vida.
Ferida, ela é carregada para Desídia, um vilarejo misterioso e esquecido pelo tempo. Quando descobre que, ali, os sonhos, os laços e o amor cobram um preço alto demais, como sempre faz, decide fugir das pessoas, dos problemas, de tudo.
Mas sua vida pode mudar para sempre em uma tarde de chuva.


Sobre os Autores

Carlos e Flávia são casados, graduados em Música, pós-graduados em Artes Visuais e professores de Arte.
Carlos é professor universitário, designer e artista plástico. Publicou o conto “A Mulher de Vidro” na antologia “Tratado Secreto de Magia – Volume II”, da Editora Andross, lançada em 2011. Flávia é flautista desde a adolescência. Ambos são autores de "Alice Black - Princesinha do Inferno", romance lançado pela Editora Autografia durante a Bienal do Rio 2015, do conto "O Livro do Amor", na coletânea "Oito Faces da Diversidade, lançada em 2016, e dos contos "O Sinal" e "Entre Histórias" na coletânea "Nova Friburgo - Contos, Crônicas e Declarações de Amor", lançada no Festival de Inverno SESC Rio em 2017. Produtores da I Feira Cultural de Nova Friburgo e da Feira Literária da III Mostra UFF&Arte, realizadas em 2016.

A Vida é uma Tarde de Chuva é um lançamento da Editora PenDragon.

Mais sobre a obra
O enredo de "A Vida é uma Tarde de Chuva" é sobre aprender a encontrar felicidade em um mundo repleto de dificuldades e limitadas escolhas. É sobre tirar proveito de experiências simples, que podem significar muito.
“Nada sobrevive ao abandono”. Esse é o mote da história, que se passa inteiramente em Desídia, um vilarejo peculiar cujo passado glorioso deu lugar a um presente decadente, graças à inércia de seus habitantes. Ao mesmo tempo, mergulhamos fundo no universo interior dos personagens, suas visões de mundo e memórias da infância, o quanto as coisas vividas podem refletir no jeito como as pessoas são e encaram o mundo.
A presença de elementos fantásticos serve como metáfora para extrapolar situações e indivíduos facilmente identificáveis nas vidas de todos nós.
Como inovação, o livro introduz o conceito de artomancia – um sofisticado tipo de arte que funciona como uma sutil magia – e também apresenta os infestos, criaturas que, infiltradas entre os homens, alimentam-se exclusivamente de sonhos, expressões criativas e emoções.
Aos poucos, a protagonista aprende a olhar para fora, para os outros, e isso culmina com a descoberta do amor e de um propósito para a própria existência.


"Embora possamos encontrar muitos livros que nos levem a lugares inimagináveis e tramas que nos façam viver histórias jamais sonhadas, este, em especial, se destaca entre tantos outros. (...) Aliás, visitar Desídia (esse vilarejo remoto e cheio de mistérios onde a história do livro acontece) é peregrinar nos campos mais profundos que escondemos de nós mesmos. Felizmente, Valiante, o personagem que acompanha Glenn nesta jornada, também nos estende a mão para que tenhamos a coragem de conhecer os segredos que a obra traduz sobre a humanidade, sobre a constante guerra entre o bem e o mal, entre o que queremos para nós e o que permitimos que façam conosco."

Monara Eler Mendes
Professora, pedagoga, psicóloga e psicopedagoga clínica e institucional

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Publicidade

http://www.tertuliaonline.com.br/
http://www.revistapacheco.com/p/contato_507.html

Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
As imagens postadas neste site foram retiradas da internet ou enviadas por colaboradores. Se é proprietário de alguma imagem e se sentiu ofendido, por favor, entre em contato conosco e ela será rapidamente tirada do ar.