Amor líquido



Século XXI e tudo anda bem. O ser humano está cada vez mais centrado em como conquistar uma boa qualidade de vida. Em como suster a vida profissional de seus conterrâneos.
O que há de mais proveitoso nessa vida “ moderna “ é a quantidade de comunicação. Os meios comunicativos estão cada hora se expandindo com mais rapidez. E isso, querendo ou não, toma conta de nossas vidas. Mudando cada vez mais, o nosso modo de relacionar-se com o outro.
A questão de casamento nos dias de hoje é tratada como uma raridade; onde ficar com a mesma pessoa, por exemplo, uns 30 anos é quase uma dádiva além da mortalidade. Pois, trata-se de um espanto renomeado: A falta de liberdade pessoal. O individuo, homem, mulher, preza mais a cada momento de suas vidas, a falta de compromisso. O lidar com a realidade do próximo. Isso, conforme toca a música, vai aumentando o volume, e sendo assim, muito raro manter-se fixo ao lado de uma pessoa interessante.
As pessoas não conseguem manter uma relação fixa pela adaptação, que é normal, de se reinventar a todo momento. Dessa maneira, acontece, por conta da facilidade atual de conhecer e desconhecer pessoas como lhe convém.
“ A cama está virando um ponto de trabalho “, dando para compreender que tudo é processo de passagem, não de permanência. Mostrando que estamos mais a prezar um bom sexo do que a ideia assustadora de transar com a mesma pessoas por 30 anos. Brenno Castro
escritorbrennocastro@gmail.com

Brenno Ariel Da Silva Castro nasceu em Nova Friburgo, RJ, em 1999. Aos 13 anos, mergulhou no Mundo da Literatura e logo apaixonou-se pelos livros, principalmente pela Poesia. Inspira-se profundamente em Fernando Pessoa e em seus heterônimos, especialmente, Alberto Caeiro. Sente que sua vida também é uma inspiração. Como costuma dizer: "Para transformar uma fantasia em poema é preciso, antes, ter vivido".
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Lançamento de Livros: Diário de uma Escrava, de Rô Mierling


No Brasil, todo ano, 250 mil pessoas desaparecem sem deixar vestígios. Desse total, 40 mil são menores de idade, dos quais um terço são meninas destinadas a fins sexuais. Muitas escapam ou são encontradas, contando histórias terríveis; outras nunca mais são vistas com vida.

O sofrimento e as reviravoltas de uma menina sequestrada por um psicopata, mostrando o lado doentio e uma visão deturpada do sexo, e o uso da mulher como objeto sexual. É disso que trata DIÁRIO DE UMA ESCRAVA, um romance baseado em fatos reais, de Rô Mierling, um dos próximos lançamentos da DarkSide® Books.

Laura é uma menina sequestrada e jogada no fundo de um buraco por alguém que todos imaginavam ser um bom homem. Ela vê sua vida mudar da noite para o dia, e passa a descrever com detalhes sinistros e íntimos cada dia, cada ato, cada dor que o sequestro e o aprisionamento lhe fazem passar. Estevão é homem casado, trabalhador, pai de família, mas que guarda em seu íntimo uma personalidade psicopata. Ele percorre ruas e cidades se apossando da vida de meninas ainda muito jovens, pois dentro de si uma voz afirma que é dele que elas precisam. Mergulhando fundo nessa fantasia, ele destrói vidas, famílias e sonhos, deixando atrás de si um rastro de dor e morte.

Narrado em parte em forma de diário, o livro acompanha mais de quatro anos da vida de Laura em um buraco embaixo da terra, período em que algo dentro dela também se modifica de uma forma inimaginável em busca da única maneira para sobreviver. Publicado originalmente na plataforma digital Wattpad, onde já teve mais de um milhão e meio de leituras, DIÁRIO DE UMA ESCRAVA apresenta um retrato duro, cruel, abominável, mas infelizmente corriqueiro no Brasil e em todo o mundo.

Através de Laura, raptada ainda adolescente por um homem que ela chama de “Ogro”, a autora denuncia os diversos tipos de violência que muitas mulheres são obrigadas a suportar em silêncio e nas sombras da sociedade. O “Ogro”, um homem aparentemente comum, honesto e “acima de qualquer suspeita”, mantém Laura presa em uma casa afastada, onde abusa dela sexual e mentalmente, alegando ser ela o seu verdadeiro amor. Laura, compreensivelmente, só pensa em escapar dali. Mas agora ele parece estar mudando. Será que é o melhor momento mesmo para fugir?... Bem, isso você vai ter que ler para descobrir.


Munida dos melhores livros e pesquisas sobre o assunto — incluindo de casos reais ocorridos na Europa e nos Estados Unidos — e também uma grande admiradora do trabalho de Ilana Casoy, Rô sabe que não podemos fechar os olhos para essa realidade. E é por isso que sua narrativa é detalhista e, por vezes, até impiedosa. No entanto, é através da ficção que ela tenta mostrar um sofrimento verdadeiro. Um de seus objetivos como escritora é mostrar, de forma crua e realista, como a mulher pode atingir “níveis degradantes através de situações impostas pelo homem e pela sociedade”. Para Mierling, “a escrita não tem sexo. A mente não tem sexo, e a imaginação e a criatividade muito menos”.

A autora já organizou diversas antologias, além de ter autopublicado e colocado no Wattpad mais de dez livros. Embora escreva ficção, ela transmite um pouco da própria trajetória e de seu cotidiano em suas histórias. Nas obras dela, não há amores melosos, flores e corações. Coisas como essas podem até existir para outros escritores, mas Rô convive com sombras o tempo todo, embora saiba também apreciar o sol. No seu mundo não há espaço para fantasias. “Se eu não acordar para trabalhar, morro de fome, não tenho ninguém por mim. Luto para não ficar doente, não ser vítima de violências, não ficar louca e, ainda assim, chegar à noite de mais um dia. Isso não é fácil, é dark”, explica ela.

A preferência pelo terror e pelo suspense psicológico é naturalmente refletida em seus livros. Na sua nova casa editorial, Rô quer apresentar um terror real, o mal que pode brotar em qualquer um de nós “como forma de alerta a respeito da vida não ser tão florida quanto se espera”.
“Rô consegue ser visceral e verdadeira, não pede licença para o leitor e, em pouco tempo, nos torna reféns de seu universo sombrio.” KIM MYERS

Diário de uma Escrava é um lançamento da DarkSide Books

Serviço

Título:              Diário de uma Escrava
Editora:            DarkSide® Books
Edição:             1ª Edição
Idioma:            Português
Especificações:  224 páginas, Limited Edition (capa dura)
Dimensões:      14 x 21 cm
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O ser bibliófilo



Conquistar as pessoas é um dom. Ser conquistado por elas, é ainda melhor. E pelos livros é transcender.

De fato, muitas pessoas são amantes dos livros, destes companheiros que estão sempre nas estantes, nas bibliotecas e espaços íntimos. E estes seres, amigos de bolso, de cabeceiras, da vida; estão certamente, acabando.
Certamente, aprendi, como um livreiro, a importância destes seres, e, pelo divino amor, eles são mais importantes que pessoas. Chega a ser mais suportável o tempo de solidão com estes companheiros, do que, uma conversa com outra pessoa. – Digo isto, pelo fato, raro, que é ter realmente um encontro hoje em dia com uma pessoa que se diga viva. – E estar vivo é pulsar a vida, senti-la como o céu sente tudo a que ele, nós fazemos.

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Nova Friburgo sedia sua primeira festa literária no próximo fim de semana

De 14 a 16 de outubro a cidade celebra o encontro entre autores, leitores e profissionais do livro




A cidade que respira literatura há tempos, sonhava com essa festa. Os Jogos Florais, realizados desde 1960, a passagem de importantes autores como Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e Clarice Lispector, e a presença marcante da Academia Friburguense de Letras desde 1947, sinalizam a vocação literária de Nova Friburgo.

Produzida pela curadoria de conteúdo Conectivos, a FLINF – Festa Literária de Nova Friburgo insere a cidade no mapa dos eventos do livro e da leitura que acontecem em todo o país. O evento conta com mais de 60 atividades realizadas no chamado "Corredor Cultural", na Praça Getúlio Vargas, entre a Usina Cultural Energisa, Academia Friburguense de Letras, e Oficina Escola de Artes, além da Casa Eliza Vidal e Cadima Shopping.

Confiram a programação completa no link e participe dessa festa!
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Análise


                                    Auto Sonho
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Deito no divã. Respiro tranquilamente. Suspiro.

Minha cabeça encontra-se repousada e através desse sossego fantástico, percebo diversos pensamentos ecoando nas paredes do meu inconsciente. – Atordoado – dentro desse sossego que é farsa, descubro imediatamente uma enorme euforia que contagia minhas mãos. Formigando meus dedos, o couro incomoda-me com tamanha preocupação que abro os olhos. Estou desconfortável.

Há um imenso silêncio no consultório, estou somente eu, o divã, os quadros, a mesa, as anotações e os livros. O silêncio parte-me com uma aceleração no peito. Mas, em realidade, sou eu mesmo que quebro o conforto. Enfim, quando repouso novamente, esqueço dessa etapa mal escalada e recomeço: Agora, entrego-me profundamente a essa auto-hipnose, o descanso.
Não procuro dormir, somente relaxo por alguns minutos, deixando meus pensamentos passarem como uma galeria de vídeos curtos. Alguns são lembranças, outros, ansiedade do futuro, o que espero conquistar. Boa parte, é uma frustração, algo que, ao perceber que é vergonhoso prestar atenção, fico envergonhado sentimentalmente, mas fixo-me nessa sensação hipnótica.

Dentro desse transe, percebo diversos seres que fui. E agora, que estou cônscio disto, percebo que nenhum deste sou eu. Mas, sim, este de agora; O que se autosonha, esquecendo de quem é, permanecendo pura utopia.
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Inteligentinhos e Feministas


Está claro que todo e qualquer ser humano, em pleno século XXI, tem acesso a internet. E isso, faz com que tenhamos em nossas mãos uma ferramenta mundial; algo inovador e impressionante. – Por outro lado – Isso por ser banal, nas mãos de outros seres.

A claridade de ignorância e irracionalidade, tem aumentado seriamente por movimentos anti-políticos ou ideologias, que, pregam um radicalismo incrivelmente bobo. A questão que trarei é o Inteligentinho e o Feminismo.

Primeiramente, o ser inteligentinho, é aquele que participa, socialmente dizendo: Do regime politicamente correto. O ser que está sempre dando em cima de uma imagem de si próprio, de partilhar o quanto sua conta bancária está tranqüila. 


Em debates são pessoas que, são a favor de absurdos, como o impeachtment da Dilma, movimentos radicalistas e protetores do clichê: “Estou certo, você está errado. “


Obviamente que estas pessoas são massivas e arrogantes. Protegem sentidos que são anti-humanos; entro, nessa questão, justificando que, anti-humano, é o termo que uso: “Dente por dente.” Seja no trabalho, na família e etc. Vale qualquer coisa para ter o ego bem confortável.

Segundo, as feministas; Primeiramente, feminista não entende nada de mulher. É claro e óbvio. – Ditar um regime ideológico, para tratar a mulher como uma semideusa e divindade, aniquilando que, biologicamente, a mulher está vinculada ao homem desde os primeiros tempos da humanidade. Isso não quer dizer, que, se caso há violência contra o sexo feminino, que devem se calar contra e abaixar suas cabeças. – Nunca. A mulher é o símbolo de fertilidade através da terra; Seu útero representa um gestor de vida, assim, expelindo a vida para o vasto universo. – A questão mais importante, que quero tratar: Feminista não entende nada de mulher. É só mais uma forma de radicalizar alguma coisa. Assim como o machismo, é o Ego do homem se inflando através de seu cérebro, deixando, a capacidade de realizar a lucidez.
Mulheres não devem criar um espelho do machismo através de considerações radicais. Claro, estas fazem o que querem como querem e quiserem. São acima de tudo, humanas.

Brenno Castro
escritorbrennocastro@gmail.com

Brenno Ariel Da Silva Castro nasceu em Nova Friburgo, RJ, em 1999. Aos 13 anos, mergulhou no Mundo da Literatura e logo apaixonou-se pelos livros, principalmente pela Poesia. Inspira-se profundamente em Fernando Pessoa e em seus heterônimos, especialmente, Alberto Caeiro. Sente que sua vida também é uma inspiração. Como costuma dizer: "Para transformar uma fantasia em poema é preciso, antes, ter vivido".

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Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
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